Gemini vai substituir a Siri? O que muda no iPhone
Gemini vai substituir a Siri? O que muda no iPhone
Se você quer vencer no universo da inteligência artificial — e eu estou falando de vencer de maneira colossal, moldando o mundo à sua imagem — você precisa abraçar desafios monumentais simultaneamente. Ter um modelo que esteja, sem sombra de dúvidas, entre os melhores do mercado é apenas o começo. É necessário dispor de recursos quase infinitos para aprimorar esse modelo e implantá-lo em uma escala colossal. Precisa de pelo menos um produto baseado em IA que muitos usam, idealmente mais de um. E, crucialmente, é preciso ter acesso ao máximo de dados possíveis dos usuários — informações pessoais, atividades online, até mesmo os arquivos nos computadores deles.
Cada elemento desses é complexo e competitivo; há uma razão pela qual o CEO da OpenAI, Sam Altman, insiste que precisa de trilhões de dólares apenas em capacidade computacional. Mas e se uma empresa já tivesse todas essas peças no lugar?
O que é isso na prática?
Bem, a Google vem demonstrando que talvez tenha exatamente isso. No ano passado, a empresa lançou o Gemini 3, considerado o melhor modelo de linguagem grande no mercado por muitos especialistas. Ele reina nos testes de benchmark (por mais duvidosos que sejam) e frequentemente figura entre os melhores para diversas tarefas. Contudo, o que realmente diferencia o Gemini 3 é seu processo de treinamento, realizado com os TPUs da própria Google. Isso significa que, ao contrário de muitos concorrentes dependentes da cadeia de suprimentos da Nvidia, a Google consegue otimizar todo o seu sistema para ser melhor, mais rápido e mais barato.
Por que isso importa agora?
Na segunda-feira, a Google e a Apple anunciaram que o Gemini será o motor da próxima geração da Siri, marcada para ser lançada ainda este ano. Isso é um grande trunfo para a Apple, que está investindo um bilhão de dólares por ano na esperança de transformar a Siri em um assistente verdadeiramente útil. Mas por que isso é tão crítico?
Para a Google, é uma validação poderosa do seu domínio tecnológico, além de uma oportunidade única para expandir o alcance do Gemini. A Siri processa cerca de 1,5 bilhão de solicitações diárias, e um acordo como esse coloca a Google em posição de coletar dados valiosos que vão ajudar a melhorar contínua e exponencialmente o Gemini. Esse “flywheel” de dados — mais uso, leva a um modelo melhor, o que leva a mais uso — é o que realmente está em jogo.
A Virada de Chave Que Eu Faria, Se Estivesse No Seu Lugar
Você já pensou em quantas vezes interage com a Siri por dia? Imagine agora todas essas interações processadas pelo Gemini com acesso vasto aos seus dados pessoais. A segurança e a melhoria dos assistentes virtuais tornam-se não apenas uma questão de conveniência, mas de estratégia pessoal e profissional. **Se eu fosse você**, exploraria cada funcionalidade nova para ganhar tempo e produtividade, mas sempre mantendo um olhar atento para a privacidade. Curioso sobre como maximizar isso? Considere se juntar à nossa comunidade IA com Propósito no WhatsApp. É lá que discutimos essas inovações em detalhes.
O futuro da busca com IA
Outra peça desse quebra-cabeça é a Personal Intelligence, um recurso que conecta o Gemini a todo o oceano de informações que a Google já tem sobre você para oferecer respostas personalizadas. Com isso, o algoritmo não precisa mais de prompts complexos ou contextos detalhados. Esse movimento sinaliza uma transição significativa na forma como interagimos com as máquinas, especialmente no que diz respeito aos motores de busca.
No ano passado, quando o ChatGPT foi lançado, era evidente que a Google tinha sido pega de surpresa. Mas, desde então, a empresa focou seus recursos de uma maneira que muitos não esperavam. Agora, se chatbots são realmente o futuro, a Google está particularmente bem posicionada para liderar essa corrida. Eles têm o modelo, os recursos para melhorá-lo e agora um acordo com a Apple que pode ampliar ainda mais seu alcance.
A combinação de uma IA poderosa com uma integração estratégica e vasto acesso a dados coloca a Google em uma posição que nenhuma outra empresa conseguiu até agora. Pelo menos por enquanto, essa batalha está longe de acabada, mas a liderança da Google parece mais robusta do que nunca.
E aí, está pronto para explorar esse novo mundo de oportunidades que a IA está criando?
**Prof. Leandro de Jesus**
Administrador | Palestrante | Especialista em Inteligência Artificial
Mentor em Automações Inteligentes e Criador da Comunidade IA com Propósito
Instagram: @prof.leandrodejesus | Contato: (69) 99224-2552
💡 “Dominar IA é dominar oportunidades.”
