RJ: Quem eram funcionárias mortas no ataque ao Cefet Maracanã

RJ: Quem eram funcionárias mortas no ataque ao Cefet Maracanã

Se você acha que ambiente escolar é sinônimo só de aprendizado e projetos de vida, a notícia do ataque no Cefet do Maracanã rasga essa ilusão como uma folha sufocada entre pastas de burocracia e sonhos interrompidos. Não é apenas mais um caso trágico — é aquele tipo de evento que faz até quem já está calejado com manchetes sentir o chão sumir sob os pés.

Quem eram essas mulheres cujas jornadas acabaram abruptamente dentro do espaço público que deveria ser seguro para ideias, conquistas e pluralidade? O que o olhar panorâmico sobre o episódio revela sobre o abismo da saúde mental, trabalho e comunidade? Segue comigo e leia até o fim — você vai entender como isso importa muito mais do que parece à primeira vista.

Entenda o ataque no Cefet do Maracanã

A tarde caiu pesada no Cefet-RJ do Maracanã. Ecos de disparos romperam a rotina da unidade e, em minutos, duas vidas foram caladas: Allane de Souza Pedrotti Mattos e Layse Costa Pinheiro. Nada de “fatalidade” ou “caso isolado”. O episódio trouxe um alerta incômodo sobre o ambiente escolar no Brasil e, principalmente, sobre como lidamos com conflitos, saúde mental e prevenção em instituições públicas.

  • Allane Pedrotti: mulher de múltiplos talentos, líder pedagógica, doutora, artista e referência na direção de ensino.
  • Layse Pinheiro: psicóloga dedicada, servidora pública federal, alguém que, além do consultório, fazia diferença em cada corredor do Cefet.

O autor dos disparos? João Antonio Miranda Tello Ramos Gonçalves, também funcionário público, afastado reiteradamente por motivos de saúde. Conflito latente, silêncio institucional, até o ponto de não retorno.

O que é isso na prática?

Talvez você já tenha ouvido falar em “violência no trabalho” ou “ambientes tóxicos” — mas o ataque no Cefet do Maracanã personifica o pior cenário: quando o alerta vermelho não recebe resposta institucional à altura.

Allane não era apenas chefe da equipe pedagógica; ela era ponte entre oito campi do estado do RJ, formada pela UFRJ, doutora pela PUC-Rio, artista ativa. Layse, por sua vez, não exercia só a psicologia clínica: ela criava abraços terapêuticos nos momentos mais difíceis dos alunos.

E o agressor? Um quadro que misturava licenças médicas recorrentes, desentendimentos no trabalho e relatos de conflito direto com as vítimas. Nada do que se sabe é tão simples quanto parece no boletim de ocorrência.


Ambientes de trabalho adoecem ou salvam vidas — e a diferença, muitas vezes, está no gap entre sinalizar um problema e agir. No universo IA com Propósito (IAp), debatemos sempre: “quais os sinais ignorados que custam vidas?”

Por que isso importa agora?

Você pode até tentar racionalizar, mas a dor do ataque no Cefet do Maracanã não cabe em números ou estatísticas. Cada funcionária assassinada carrega histórias, vínculos e propósitos interrompidos. E o mais assustador: episódios assim acendem questões fundamentais sobre suporte psicológico, protocolos de prevenção e o papel (frequentemente falho) das lideranças institucionais.

  • Ambiente escolar não é bolha. Ele reflete a tensão e os dilemas da sociedade: burnout, conflitos latentes, falta de diálogo.
  • Falta de escuta é fatal. Licenças médicas numerosas não são só problema de RH — são, às vezes, gritos silenciosos por ajuda.
  • Impacto coletivo. Quando um trauma desses explode, a rede de alunos, colegas e comunidade educativa entra em luto — mas, logo após, precisa de soluções reais, não só notas de pesar.

O que ninguém te contou sobre instituições públicas e segurança

  • Protocolos existem (no papel). Mas, na prática, são ignorados, desatualizados ou pouco divulgados. A prevenção é constantemente protelada em nome de “outras prioridades”.
  • A saúde mental ainda é tabu. Quem pede licença ou mostra vulnerabilidade frequentemente vira “problema” — e poucos perguntam o real motivo por trás do afastamento.
  • Segurança é relacional. Não basta câmeras e detectores: cuidar do ambiente escolar é criar comunidades fortes, confiáveis e atentas aos sinais.


Quando um problema explode assim, os “avisos prévios” costumam aparecer em conversas de corredor, olhares evitados e documentos de RH engavetados. Sinal vermelho nunca é silencioso – só quando ninguém escuta.

A Virada de Chave Que Eu Faria, Se Estivesse No Seu Lugar

Você já parou para se perguntar quantos sinais silenciosos de tensão ou sofrimento passam despercebidos no seu ambiente de trabalho ou comunidade? Meu conselho? Adote a escuta ativa como prioridade absoluta, esteja você na liderança, ou não. Não espere o próximo episódio trágico para agir: promova rodas de conversa, acolha cada demanda que soar “estranha”, e incentive políticas de prevenção para além do protocolo burocrático.

Quer ir além da teoria e aprender sobre inteligência emocional, automação e cultura que salva, com quem vive isso na prática? Participe gratuitamente da Comunidade IA com Propósito no Whatsapp — é ali que os debates são reais e as soluções, compartilhadas sem filtro. Clique para acessar.

Conclusão: O futuro é construído no coletivo

Quando uma tragédia assim ocorre, cada pessoa atingida simboliza milhares de outras em todo o Brasil vivendo dinâmicas de risco — silenciadas pelo medo, pela burocracia ou por padrões que “naturalizam” o insuportável.

O ataque no Cefet do Maracanã não pode ser só mais uma história no feed. É um chamado para repensar segurança, acolhimento e responsabilidade institucional. Que Allane e Layse inspirem atitudes concretas e corajosas dentro e fora dos muros escolares.

Compartilhe este artigo na sua rede, leve o debate para sua escola, grupo e trabalho. E lembre-se: a comunidade IA com Propósito (IAp) está sempre de portas abertas para transformar indignação em novas práticas. A próxima mudança começa com você.

Prof. Leandro de Jesus
Administrador | Palestrante | Especialista em Inteligência Artificial
Mentor em Automações Inteligentes e Criador da Comunidade IA com Propósito
Instagram: @prof.leandrodejesus | Contato: (69) 99224-2552
💡 “Dominar IA é dominar oportunidades.”

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