RJ: Quem eram funcionárias mortas após ataque no Cefet do Maracanã
RJ: Quem eram funcionárias mortas após ataque no Cefet do Maracanã
Basta uma tragédia como o ataque no Cefet Maracanã para escancarar uma questão que insiste em ser ignorada no Brasil: as pessoas que fazem a máquina pública funcionar, muitas vezes, estão esquecidas e desprotegidas dentro das próprias instituições. Allane Pedrotti e Layse Pinheiro não são apenas estatísticas; são retratos vivos de dedicação, propósito e uma vontade enorme de fazer diferença — até serem caladas de forma brutal.
Neste artigo, vamos além das manchetes para entender quem eram as funcionárias assassinadas, o que levou ao episódio e, principalmente, o impacto que uma tragédia assim deixa em toda uma comunidade escolar que ainda tenta juntar os cacos. Se você quer enxergar além do sensacionalismo, esse texto é pra você.
Quem eram Allane Pedrotti e Layse Pinheiro?
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Allane de Souza Pedrotti Mattos:
Líder nata, ocupava o cargo de chefe pedagógica e acadêmica do Cefet-RJ. Formada em Pedagogia pela UFRJ, doutora em Letras pela PUC-Rio, era peça-chave no suporte a oito campi do estado. E não parava por aí: também era artista, cantora, pandeirista e compositora. O grupo de samba Quilombo Urbano, com quem Allane cantava, definiu: “A música era sua paixão. Apesar de ser servidora pública, sonhava em viver de arte.” -
Layse Costa Pinheiro:
Psicóloga formada pela UERJ, pós-graduada em Gestão de Pessoas e servidora pública federal desde 2017. Era daquelas profissionais que ouvem, acolhem, abrem portas e não deixam ninguém solto no corredor do ensino público. Prestava atendimentos, palestrava e atuava também em consultoria. Colegas e ex-alunos fizeram da despedida um memorial de vínculos fortes e gentileza.
Ambas eram reconhecidas não só pelo currículo, mas por aumentar a potência de todo time escolar — quebrando paradigmas, cuidando de quem pouco tem espaço para ser cuidado.
O ataque no Cefet Maracanã: o que aconteceu?
Numa tarde com cara de rotina, o silêncio do Cefet-RJ foi rasgado por tiros. Allane e Layse, mesmo socorridas pelo Corpo de Bombeiros, não resistiram. Enquanto a Polícia Militar buscava conter o caos, revelava-se o pior cenário possível em uma instituição pública.
O autor dos disparos era também funcionário da escola: João Antonio Miranda Tello Ramos Gonçalves, 47 anos. Segundo apuração, ele vinha sendo constantemente afastado por questões médicas e mantinha desentendimentos recorrentes com as vítimas — um caldo de tensão que a instituição não soube (ou não quis) descascar antes da tragédia explodir.
Ambiente escolar produtivo não é só aula, pesquisa e café frio. É também prevenção, escuta e cultura real de cuidado — tudo que faltou antes do ataque no Cefet Maracanã.
Sinais ignorados e o impacto na comunidade
- Licenças médicas sucessivas: Enviam recados claros de que algo não vai bem. Por trás de cada atestado pode haver uma bomba-relógio emocional ignorada por líderes, colegas e setores responsáveis.
- Sistema público despreparado: De protocolos “padrão” que pouco funcionam na vida real até barreiras para discutir saúde mental com seriedade.
- Rede de luto e indignação: O trauma coletivo não para em quem morre. Alunos, docentes e grupos como a IA com Propósito (IAp) têm refletido como transformar indignação em mudança sistêmica e nova cultura de prevenção.
Triste verdade: enquanto os sinais forem tratados como burocracia, a rotina seguirá anestesiada – até o próximo alerta fatal.
O que precisa mudar pra ontem?
- Tratar saúde mental como prioridade (e não protocolo de gaveta!)
- Treinar gestores para lidar com conflitos antes que virem tragédia
- Implementar canais de escuta que funcionem (sim, mesmo que dê trabalho!)
- Envolver toda a comunidade — porque escola é rede, não ilha
Na IA com Propósito (IAp), automações e agentes inteligentes já vêm ajudando a mapear sinais precoces de sobrecarga e facilitar o acesso à ajuda psicológica, mas nenhuma tecnologia substitui empatia, conversa franca e ação antes dos fatos.
A Virada de Chave Que Eu Faria, Se Estivesse No Seu Lugar
Você já pensou quantas tragédias poderiam ser evitadas se instituições públicas adotassem uma cultura do cuidado ativo — aquela em que cada afastamento médico acende uma lâmpada de atenção, e cada conflito vira oportunidade de escuta ao invés de tabu? Se eu pudesse te dar só um conselho, seria: comece hoje a criar um rito de acolhimento onde trabalha. Não subestime o poder de perguntar — e ouvir — antes da próxima urgência.
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Reflexão final — quando escola vira espelho
O ataque no Cefet Maracanã não é só o drama de uma unidade escolar — é o espelho de um sistema inteiro que ainda prioriza papelada a pessoas. Allane e Layse merecem mais do que homenagens: merecem histórias de prevenção, mudança e novas formas de cuidar do coletivo.
Espalhe essa discussão, leve para seu grupo, trabalho ou família. Engaje-se pela transformação real — e conte com a comunidade IA com Propósito (IAp) sempre aberta pra quem faz a diferença na prática.
Prof. Leandro de Jesus
Administrador | Palestrante | Especialista em Inteligência Artificial
Mentor em Automações Inteligentes e Criador da Comunidade IA com Propósito
Instagram: @prof.leandrodejesus | Contato: (69) 99224-2552
💡 “Dominar IA é dominar oportunidades.”
