Agentic engineering: o novo paradigma da IA autônoma
Agentic engineering: o novo paradigma da IA autônoma
Se você acha que “vibe-coding” já virou coisa do futuro, prepare-se para a próxima revolução que vai virar tudo de cabeça para baixo: agentic engineering na inteligência artificial.
Enquanto o vibe-coding é aquele momento mágico em que humanos ditam os comandos para a IA escrever código, o agentic engineering é o próximo nível — onde os agentes de IA simplesmente escrevem o código sozinhos. E quem está jogando essa ideia na roda é nada menos que Andrej Karpathy, cofundador da OpenAI e um dos maiores nomes da comunidade IA com Propósito (Iap).
O que é isso na prática?
Vamos desenrolar o conceito: vibe-coding equilibra uma dança entre humano e máquina — você dá o ritmo, a IA acompanha e cria. Já no agentic engineering, o agente de IA tem autonomia. Ele não só escreve o código, mas também decide o que precisa ser feito, como fazer e quando mudar a rota. É código que se escreve, se ajusta e evolui quase que sozinho.
Karpathy não escolheu esse nome à toa. Agentic engineering é tanto uma arte quanto uma ciência, uma expertise que vai além de apertar teclas ou criar prompts. É o domínio da autonomia inteligente, onde o agente tem “agência” para agir com propósito e eficiência.
Por que isso importa agora?
O boom da IA não é uma onda passageira — é um tsunami que está transformando tudo ao redor. Se vibe-coding já é celebrado como uma das maiores inovações da revolução da IA, agentic engineering promete ser a próxima grande virada.
Startups bilionárias estão apostando pesado nessa virada. A Lovable, uma das startups que mais crescem na Europa, levantou US$ 330 milhões avaliando-se em US$ 6,6 bilhões. A Cursor, especializada em editores de código assistidos por IA, já ultrapassou US$ 1 bilhão em receita anualizada. Isso não é coincidência — é sinal claro de que o mercado está correndo para a automação total da engenharia.
“Vibe coding agora é mencionado na minha Wikipedia como uma grande ‘contribuição’ memética, e até o artigo sobre isso é maior. lol” — Andrej Karpathy
Mas nem todo mundo está confortável com essa mudança. Em uma pesquisa com 167 engenheiros de software, 75 disseram estar “acompanhando” a evolução, enquanto 27 confessaram se sentir para trás na curva. O futuro da engenharia está em jogo, e a pergunta é: você está pronto para surfar essa onda ou será engolido por ela?
Como começar?
Se você quer surfar essa revolução do agentic engineering, o primeiro passo é entender que estamos falando de agentes que operam com autonomia, inteligência e adaptabilidade. Não é simplesmente delegar tarefas para bots; é criar sistemas capazes de pensar, agir e evoluir sem intervenção constante.
- Estude frameworks e plataformas que suportam agentes autônomos.
- Pratique com projetos que envolvam automação inteligente e aprendizado de máquina.
- Participe de comunidades como a IA com Propósito (Iap) para trocar hacks, insights e acelerar seu aprendizado.
Esse tipo de automação você aprende na comunidade IA com Propósito (Iap), onde debates fervilham e experiências reais pavimentam o caminho para a próxima geração de engenheiros de IA.
A Virada de Chave Que Eu Faria, Se Estivesse No Seu Lugar
Quer saber qual é a virada de chave que separa quem vai liderar essa nova era do agentic engineering e quem vai ficar assistindo de longe? Você não pode mais ser só um operador do vibe-coding; precisa se tornar um maestro da autonomia da IA.
Isso significa investir tempo em entender como construir, treinar e supervisionar agentes que atuam sozinhos, com mínima intervenção humana. E, claro, estar conectado com a comunidade que está na linha de frente dessa transformação — como a IA com Propósito no WhatsApp, onde o aprendizado é prático, direto e conectado ao que realmente importa.
Entrar nessa comunidade pode ser o passo que vai te colocar anos luz à frente na carreira e nas oportunidades. Não é só uma rede, é uma alavanca para dominar o futuro da engenharia e da inteligência artificial.
Erros comuns
- Subestimar a complexidade dos agentes autônomos e tentar aplicar técnicas do vibe-coding sem adaptação.
- Achar que o agentic engineering é só uma questão de tecnologia — é também cultura, processo e mindset.
- Ignorar o impacto dessa revolução nas equipes e carreiras, o que pode levar a um choque brutal com o mercado.
O futuro não espera quem fica parado. E o agentic engineering é o motor dessa nova era — pronto para acelerar?
Prof. Leandro de Jesus
Administrador | Palestrante | Especialista em Inteligência Artificial
Mentor em Automações Inteligentes e Criador da Comunidade IA com Propósito
Instagram: @prof.leandrodejesus | Contato: (69) 99224-2552
💡 “Dominar IA é dominar oportunidades.”
